Esse rap é a ultima vez em que falo sobre esse assunto…Sei que já disse isso, mas dessa vez é definitivo. É o meu ponto final(Ainda que tardio) para essa historia, que já acabou faz tempo, ou como insisto em dizer, “nunca aconteceu”. Quanto a pegada, o ritmo, os arranjos, e o flow, é 100% estilo as musicas “Eminem-Revoltado-Com-Kim”…E me refiro as recentes mesmo. Se ele que é FODA não é maduro o suficiente pra lidar com isso, porque eu seria?(:P)…Enfim amigos, me despeço desse assunto com essa letra. Daqui pra frente, espero eu, só o legitimo D-Gordão, e coisas do tipo…Eu sei que a mesma merda pode acontecer de novo, por mais que eu evite, e que isso possa resultar em mais letras gays, melancolia, drama, e etc…Mas ai é só vir aqui e escrever. Essa letra é a prova definitiva de que “OK, da pra enganar”…Tive uma pequena crise(Em parte por abstnência-quimica), escrevi, e passou…Melhor que prozac, não?
(Não).
¡Adiós, Barbosa!
PS:
Sim, as referências a Radiohead, Green Day, Charlie Sheen, Anberlin, Chavez, Roberto Carlos, ao proprio Eminem, a minha “obra”, e outras, são todas propositais…E mais uma vez subestimei sua inteligencia, amigo leitor que a anos me acompanha! ?;^)(“:P”).
Letra:
Eu sou um rato de esgoto
Uma piada ambulante
Um lixo, um verme,
Um babaca redundante!
Eu sou um nada!
Um filha-da-puta
E Edgar Alan Poe
“Adejetivos” faltam, pra dizer o que sou…
Um verme!
Um rato, uma piada ambulante!
Um lixo, um bosta!
Só mais um babaca, redundante!
Um cretino…
Poço de carência e insegurança
Um “vencedor”!
E pilotando o tanque a criança…(?)
Não acredito
Que essa porra ainda me abale
Que quando eu vejo isso
Por mais que meu cerebro fale
“Seu Desgraçado!
Para de pensar nessa porra!
Esquece essa merda
Se liberta dessa masmorra!”
Eu não aguento!
E começo a me corroer
Quase três anos
E essa porra ainda me faz sofrer
E eu penso…
Como algo que não existiu?
Pôde, me fazer chorar?
Vá pra puta-queo-pariu…
Não sou mais o mesmo
Desde esse acontecimento
E nunca vai cicâtrizar!
E parar o sofrimento
Vai e vem
Sem nunca ter vindo
Maldita hora em que atendi
E me iludi, que era lindo
Maldita hora em que tomei
Maldita hora em que parei
Maldita hora em que atendi de novo
E retornei…
[Quebra melódica crescente a partir do segundo verso, "explodindo" no fim]:
Maldita época
Maldita escolha
Maldita tempestade
Em copo d’agua!
Maldito cérebro, maldito corpo…Maldita mágoa!
(Refrão):
Eu sou um rato de esgoto
Uma piada ambulante
Um lixo, um verme,
Um babaca redundante!
Eu sou um nada!
Um filha-da-puta
E Edgar Alan Poe
“Adejetivos” faltam, pra dizer o que eu sou…
Um verme!
Um rato, uma piada ambulante!
Um lixo, um bosta!
Só mais um babaca, redundante!
Um cretino…
Poço de carência e insegurança
Um “vencedor”!
E pilotando o tanque, a criança…(?)(2X).
[D-Gordão part]:
“Cresce viadinho!
Para de bater na mesma tecla!
Isso é falta de buceta
Isso é falta de prexéca!
Honra suas calças
E vai para vida
Não percebe, não vê?
Que não existe outra saida!
Me diz, bebê chorão…
Qual o seu problema?
A garota não te quiz?
Isso ainda é o seu dilema?
Sua bicha gorda!
Para com essa bosta!
Como alguém vai te querer
Se nem você se gosta?
Ou dela gosta?
Isso simplesmente, não tem sentido…
Cresce seu merda!
E se sinta agradecido!
Porque um chute nos bagos
Pode te impulsionar
Tal qual o méstre dos magos
Isso pode te incentivar
A melhorar!
Criar, crescer, vencer, produzir!
Mas não, você só quer chorar
Só quer se destruir…
Assim não rola!
Sua bola lazarenta!
Viver de esmola da vida
Como é que tu aguenta?
Cresce!
Repito, cresce!
Filha-da-puta, cresce!
E esquece, ESSA PORRA, VOCÊ NÃO MERECE!
(Ou não)”.
[Quebra-Douglas Barbosa]:
É facil pra você falar
É o melhor de mim
Mas precisa entender
Que, nós dois no fim
Não temos salvação
É fato D-Gordão
Que a nossa, libertação
É uma só, e você sabe qual é…
Mas retomando o foco
Triste e infeliz
Mais um pra sua teia
O que você me diz?
Quero que ele se foda
Só me entristece, ter sido…
Mais uma presa
Mais um “cão arrependido”
É sempre a mesma historia
Mesmo? Nunca vai mudar?
Aonde você quer ir?
Aonde você quer chegar?
Obvio que eu sei aonde
E você também
Peço desculpas a mim mesmo
E a você, meu bem…
Que, repito
Não tem culpa
Talvez só um pouco
Não sabia, e nem queria, se envolver com um louco…
Mas aconteceu
Culpa minha, não é verdade?
E quem se fodeu…
E nem viveu, a metade
Do que devia, fui eu
E se você, esqueceu
De tudo, o que aconteceu
Eu posso te lembrar!
Eu me fodi!
E isso resume tudo!
Antes ouvia Pantera
E hoje choro com “Mundo”
E Milonga
Muda, Stonegenge
E Passado!
Mas eu pedi por isso
Pagui o preço
E estou errado!
[Quebra ritmica - 2(De preferencia estilo "musical")]:
Só desejo ter minha “Redenção”
Não ao seu lado…
E desejo, de verdade
Que fique bem!
E suma da minha cabeça!
Mesmo que o meu coração
Não queira que isso aconteça!
Adeus!
É a ultima vez, que falo de você!
Adeus! Felicitações para você…
Adeus! Tudo de bom, para você…
Outra vez, nunca vou entender, o porque…
Talvez, seja porque, outra vez eu vou ser, sempre…
(Refrão):
Um rato de esgoto
Uma piada ambulante
Um lixo, um verme,
Um babaca redundante!
Eu sou um nada!
Um filha-da-puta
E Edgar Alan Poe
“Adejetivos” faltam, pra dizer o que sou…
Um verme!
Um rato, uma piada ambulante!
Um lixo, um bosta!
Só mais um babaca, redundante!
Um cretino…
Poço de carência e insegurança
Um “vencedor”!
E pilotando o tanque a criança…(?)(4X/Quantas vezes for necessários – “Falar coisas” a partir da terceira repetição).